Tipos de exportação: quais são e como escolher?

Entre as várias possibilidades de expansão de um negócio, uma das que pode se tornar mais vantajosa é a exportação, pois permite um maior crescimento para a empresa, garantindo que ela amplie as suas frentes de atuação.
Empresas que passam a produzir cada vez mais precisam encontrar meios de oferecer os seus produtos para diferentes clientes, sejam eles:
- Alimentícios;
- Cosméticos;
- Químicos;
- Têxteis.
Portanto, uma possibilidade é se voltar também para a exportação desses itens, o que pode mudar o cenário da companhia positivamente.
De fato, uma empresa que fabrica e deseja vender mais unidades de bateria de gel para carro, por exemplo, deve estar atenta a essa possibilidade, pois pode encontrar aí uma opção para ampliar a sua performance e seus resultados no mercado.
Quais são os tipos de exportação?
Pode ser que uma companhia que fabrica persiana romana linho decida exportar os seus produtos. Mas, para começar com sucesso, ela precisa saber o que é a exportação e quais são as opções que ela possui.
A definição de exportação é a saída definitiva ou temporária de bens ou mesmo de serviços de um país, que pode ser feita por meio de venda ou de forma gratuita.
Existem dois tipos de exportação: a direta e a indireta. Na exportação direta, o produto é faturado diretamente para o importador, excluindo intermediários. Nesse caso, existem incentivos fiscais que ajudam na economia de taxas e recursos.
Na exportação indireta, o processo se dá por meio de um terceiro, como é o caso das trading companies. Essas se dedicam a exportar produtos para o mundo todo, tendo uma experiência ampla com esse processo.
Há também a possibilidade de exportar produtos por meio de consórcios, nos quais várias empresas se reúnem com a intenção de aumentar a capacidade de exportação de produtos.
As vantagens e desvantagens das exportações
Para escolher o melhor tipo de exportação, é preciso estar atento às vantagens e desvantagens desses processos.
Afinal, esse é o melhor caminho para garantir que a venda de scanner para caminhão, por exemplo, seja um sucesso no exterior.
Na exportação direta, a empresa não tem custos adicionais com a contratação de um terceiro. Por isso, pode realizar tudo sozinha, definindo estratégias de venda, de distribuição e de marketing.
Dessa forma, pode definir a sua imagem no mercado externo, mas precisará arcar com custos de forma individual. Para isso, a contratação de uma empresa de consultoria pode ser necessária para evitar erros.
De fato, há trâmites que precisam ser feitos para que a exportação possa ser feita sem problemas. Isso inclui o cadastro no Siscomex (Sistema Informatizado de Comércio Exterior) e a construção de um departamento que cuide dos processos de exportação.
Enquanto isso, na exportação indireta, a empresa que vai exportar não precisa definir a sua imagem no mercado externo. Além disso, não precisa procurar por clientes ou criar relações para conquistar resultados.
Em termos de operação, é preciso arcar com a tributação convencional, tal como na exportação direta. O registro no Siscomex também não será necessário, já que as trade companies são responsáveis por todo o processo.
Mas, as desvantagens da exportação indireta ou dos consórcios de exportação incluem perder algumas oportunidades de entender mais sobre esse mercado, de trabalhar a sua imagem no exterior e é preciso abrir mão de uma parte dos lucros.
Como escolher a melhor opção?
Como em qualquer decisão que precisa ser tomada dentro de uma empresa, há pontos que devem ser analisados para definir o tipo de exportação que mais faz sentido para a companhia.
Para começar, decidir exportar produtos, como por exemplo, a exportação de papel de parede personalizado, com o intuito de atender cada vez mais os gostos dos clientes, é uma medida que vai trazer várias novas oportunidades de expansão para uma empresa especializada em decorações . Portanto, exportar produtos é um caminho sério e que pode trazer retornos interessantes.
Diante disso, será preciso otimizar custos de produção, investir em inovação, buscar tecnologias e cuidar ainda mais da qualidade do que é produzido pela empresa. Isso pois o mercado externo é conhecido por ser exigente.
Além disso, tendo em vista que a atuação estrangeira traz novos cenários de câmbio, a empresa também se fortalece, o que aumenta o seu lucro e faz com que ela seja mais competitiva.
Por isso, tanto a exportação direta quanto a indireta e o próprio consórcio devem ser escolhidos com base nas características de cada companhia, sempre pesando os prós e contras de cada tipo, conforme abordado no tópico anterior.
Considerações finais
Portanto, é verdade que uma empresa que deseja crescer no mercado precisa investir em novas frentes de atuação. Isso inclui, por exemplo, a exportação de produtos ou serviços.
Por isso, tenha base para definir o melhor tipo de exportação para o seu negócio, conquistando assim resultados cada vez melhores.
Esse texto foi originalmente desenvolvido pela equipe do blog Guia de Investimento, onde você pode encontrar centenas de conteúdos informativos sobre diversos segmentos.







